terça-feira, 1 de abril de 2014

Saiba como estimular o desenvolvimento das meninas

Ola mamãe e papai!

Sabia que o cérebro e o corpo de meninas e meninos não se desenvolve da mesma forma?

As diferenças biológicas entre meninos e meninas vão ser definidas geneticamente ainda na gestação, onde os hormônios também têm papel fundamental no desenvolvimento das características sexuais de cada indivíduo. Mas a personalidade e o comportamento são construídos, sobretudo, pela interação cérebro-ambiente. Conheça alguns detalhes marcantes e a melhor forma de lidar com eles.

Criança (Mariana Vieira brincando/ Foto cedida pela mamãe Renata Constância para o Cantinho Infantil da Bia 



Maturação do cérebro

O desenvolvimento cerebral das meninas acontece mais cedo, sendo que as conexões cerebrais que envolvem processamento analítico e expressão verbal são melhores (descoberta reforçada por um estudo feito pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, com pessoas de 8 a 22 anos no ano passado) nelas. O que poderia explicar, por exemplo, porque as meninas tendem a falar antes do que os meninos. Já o cérebro deles tem maior habilidade com aspectos relacionados à visão e espaço. No entanto, como as diferenças são mais acentuadas no cérebro dos adultos, de acordo com a pesquisa norte-americana, acredita-se que a influência cultural seja mais importante do que a genética apenas. Por isso, as meninas podem, sim, ser incentivadas na área da comunicação, desde que outras áreas, como matemática e esportes, não sejam deixadas em segundo plano.

Força física

Enquanto as meninas, em geral, costumam ser mais delicadas, os meninos expressam sua força por meio de lutas e brincadeiras mais duras. Isso se nota por volta dos 3 anos, quando os sexos se dividem para brincar em grupos distintos. Um dos motivos são os altos níveis de testosterona a que os meninos são expostos desde a gravidez. Mas é claro que os estímulos ao longo da infância vão tornar a sua filha mais ou menos frágil. Para incentivar a menina a se sobressair em um mundo cruel, digamos assim, a psicóloga Jane Felipe, da Faculdade de Educação da UFRGS, sugere que ela aprenda desde cedo que existem pessoas más e situações desagradáveis. Incentive-a a ser autossuficiente, estimulando atividades sozinha e, o mais importante, a sonhar com projetos próprios.

Fonte: Revista Crescer

Beijinhos!
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