segunda-feira, 6 de março de 2017

Consumo de peixe na gravidez aumenta inteligência de bebês

A gravidez é uma fase da nossa vida, em que nós mulheres devemos dar uma atenção maior a alimentação
Na minha gravidez, consumi bastante peixe cerca de três a 5 vezes por semana, dentre eles estavam o surubim, tilápia, dourado, sardinha e salmão. Claro que meu prato predileto não faltou, o Sushi, adorooo. Rsrsss
Minha gravidez foi muito tranquila, não tomei NENHUMA VITAMINA.

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Olhando uma matéria num site,  descobri que se as mães consumirem peixes, aumenta a inteligencia dos bebês. 
Veja um pouco sobre a matéria:

"O leite materno ganha cada dia mais defensores na medicina, diante de uma série de estudos científicos ao redor do planeta confirmando seus benefícios. Alguns deles mostram que um ácido graxo específico presente em sua fórmula promove o desenvolvimento cognitivo e visual na infância, e que perdurará por toda a vida.
A substância milagrosa é o DHA (ácido docosahexaenoico), um lipídio da série ômega-3.
“O DHA é um nutriente importante para o desenvolvimento do sistema nervoso e para a retina. 
Já nas primeiras semanas de formação do feto, ele participa da construção dessas estruturas, que continuarão se desenvolvendo durante os primeiros anos de vida”. 
Para o bebê ter acesso à quantidade ideal do nutriente é necessário que a mãe faça a ingestão de alimentos ricos em DHA durante a gravidez e lactação. 
“As mães precisam incluir peixes de água fria na alimentação. 

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O peixe branco, mais comum no país, tem menor índice de DHA. 
Isso porque o DHA não é do peixe, mas de uma alga unicelular presente em águas frias. 
As plantas desenvolvem camadas de tecido adiposo, ricas em ácidos graxos poli-insaturados essenciais, para os protegerem do frio excessivo.”
Gestantes e mulheres que estão amamentando devem consumir, no mínimo, 200mg de DHA por dia segundo a Comissão Europeia de Pesquisa para Recomendações Lipídicas. 
Para alcançar essa meta é preciso ingerir duas porções de peixes por semana, mas devem ser evitadas as espécies de águas profundas, como o peixe-espada, tubarão, arenque e o cação.
Nas regiões mais profundas há maior quantidade de metais pesados, o que pode contaminar a carne desses peixes.
Segundo Mário Falcão, testes das funções cerebral e visual com crianças que tiveram maior acesso ao DHA mostraram que elas apresentaram um melhor desempenho. 
“Ao consumir o DHA, a criança consegue expressar o melhor potencial genético do seu desenvolvimento neurológico. Mas ele não faz milagre sozinho. O bebê também precisa ter acesso a outros neuronnutrientes como ferro, zinco e cobre”, esclarece.

O DHA está presente no leite materno e só agora começa a aparecer em fórmulas infantis. 
Pesquisas sobre os ácidos graxos essenciais e sua ligação com o desenvolvimento infantil mostram que crianças amamentadas no seio apresentam um melhor desenvolvimento comportamental e intelectual.
A suplementação com DHA faz bem também à mamãe. 
Para aquelas que não consomem peixe, a suplementação de DHA pode ser feita com óleo de peixe. 
Na Europa e Estados Unidos já existe o óleo feito da própria alga, uma opção para os vegetarianos. 
Estudos têm demonstrado menor probabilidade na ocorrência de distúrbios neurológicos como o Alzheimer, doenças cardíacas e emocionais, bem como redução nos níveis de colesterol, triglicérides e do risco de formação de coágulos sanguíneos. 

Associa-se a ele ainda redução nas reações alérgicas.
“As grávidas ou lactantes podem tomar o suplemento de DHA uma vez ao dia, de preferência com o estômago vazio, para melhor absorção”, ensina o nutrólogo. 
“Temos evidências de que ele também ajuda a diminuir o risco de parto prematuro e de depressão pós-parto”, acrescenta.

Eu gostei da matéria e sei que com certeza os peixes que consumi na gravidez e também na amamentação contribuíram para o desenvolvimento da minha filhota, então mamães de primeira viagem ou não, consumam peixes ele faz um bem enorme para sua saúde e para a saúde do seu bebê.

Gostou da matéria? Clique aqui para  ler a matéria completa

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