Cantinho Infantil da Mamãe
quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Não agrade os ingratos, nem sirva os folgados

Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, de servir gente folgada, de nutrir amizades duvidosas, para que possamos percorrer somente os encontros verdadeiros.
Mulher Menina Liberdade · Foto gratuita no Pixabay-maternidade-segurança-seguro-familia-pessoas-maternidade-amizade

Passamos muito tempo fazendo a coisa certa para as pessoas erradas, sofrendo as consequências das péssimas escolhas pelo caminho, sofrendo à toa por coisas inúteis e gente sem conteúdo, alimentando vãs esperanças em relação ao que não tem a menor chance de vir a acontecer.
Perdemos muito tempo investindo no vazio, esperando retorno do que não volta, aguardando sorrisos de quem nem nos olha direito. É preciso focar no que é real, pois, mesmo que não haja muito de verdadeiro nesses terrenos, esse pouco bastará.
Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, às pessoas descontentes e incapazes de receber algo de fora. Existem indivíduos que se encontram por demais fechados ao acolhimento do que não se encontra dentro deles, do que não faz parte daquele mundinho em que eles se fecham, presos a crenças e sentimentos que não mudam, não são repensados, não saem do lugar. Tentar alcançá-los é inútil.
É necessário evitar a servidão aos folgados, aos aproveitadores, a quem não sai do lugar por si só, a quem foge a qualquer tipo de responsabilidade, pois sabe que alguém sempre fará por ele.

Temos que ter clareza quanto ao que realmente devemos e poderemos tomar para nós, ou acumularemos cargas de bagagens que não são, nem de longe, relacionadas às nossas vidas. Muita gente precisa de ajuda, sim, mas muitos precisam é de vergonha na cara.
Não podemos nutrir amizades duvidosas, com pessoas que não expressam a menor necessidade de nós, como se tanto nossa presença quanto nossa ausência fossem a mesma coisa, algo sem importância, invisível, dispensável.

Nem todos de quem gostamos irão gostar de nós, o retorno da estima e da afeição nunca é uma certeza, portanto, há necessidade de que adentremos exclusivamente os encontros verdadeiros.
Não é fácil nem tranquilo conseguirmos acertar quanto ao que poderemos regar com a certeza de retorno e reciprocidade, uma vez que as pessoas, os acontecimentos, a vida, tudo é imprevisível.

Embora muito do que acontecerá em nossas vidas não possa ser controlado, mantermos sob controle nossas verdades e a certeza de que merecemos ser felizes nos tornará mais fortes diante dos tombos, sem que desistamos de nossos sonhos.

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Você brinca de jogar os bebês para o alto? Pare imediatamente! Saiba por quê

Se você tem criança pequena em casa e gosta de brincar com elas, este post lhe será de grande valia. 
Há quem goste de sacudir os bebês bruscamente durante as brincadeiras, ignorando a delicadeza do corpinho delas, e as consequências disso podem ser gravíssimas:
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Hemorragia cerebral
Convulsão
Sequelas para toda a vida

Entenda: pegar no colo e balançar não é um problema. O balanço do carrinho, do bercinho e dos braços de quem dá carinho é inofensivo. No entanto, sacudir bruscamente o bebê para cima pode trazer hemorragias cerebrais, convulsões e sequelas para a vida toda
Quem nunca viu uma cena dessas e ainda por cima o bebê morrendo de rir?
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Infelizmente, as sacudidas/chacoalhadas também são comuns na hora da repreensão. O adulto balança os ombros da criança para frente e para trás, e a cabeça, que fica sem apoio, movimenta-se com bastante agilidade, correndo graves riscos.
Se esse movimento for feito em bebês, é ainda pior. O bebê pequeno tem a cabeça grande, desproporcional ao corpo. O pescoço, por sua vez, ainda é mole e a musculatura é pouco desenvolvida. Por isso, essas brincadeiras causam lesões cerebrais.
Quem explica isso é Márcia Sanae Kodaira, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP). Mesmo que você esteja se defendendo, dizendo que jamais brincaria com um bebê assim, saiba que essa atitude pode acontecer involuntariamente. Por exemplo, quando um bebê se engasga. Em momento de desespero, os pais sacodem o filho para que ele volte a respirar.
A dica para que a criança libere o leite preso é virá-la de lado ou colocá-la de bruços por cima do antebraço, levemente inclinada para baixo.

Portanto, nunca sacuda um bebê! As consequências tanto podem ser temporárias, como definitivas, e ninguém quer arriscar, não é? Há casos até de que crianças que desenvolveram retardo, surdez, lesões oftomalógicas…

Pior é que o diagnóstico não identifica que o problema foi resultado de uma brusca sacudida. E em 30% dos casos o bebê pode até morrer.
Mas não faça confusão. Vamos repetir: a síndrome do bebê sacudido não tem nada a ver com as brincadeiras que você faz com seu filho, como balançar nos braços, num balancinho para bebês ou as chacoalhadas que o carrinho faz ao caminhar pelas ruas.

O que causa a síndrome são movimentos bruscos, como as fortes sacudidas para cima.
Fonte: Cura pela Natureza

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Grávida entra em coma e só acorda 32 dias depois, quando o filho recém-nascido em seus braços

A Maternidade-Escola Assis Chateuabriand, em Fortaleza, no Ceará, foi palco de uma história que parece ter enredo de filme. 
Uma  grávida que entrou em coma antes mesmo do filho nascer, recobrou os sinais vitais assim que o pequeno foi colocado em seus braços, 32 dias depois. A protagonista dessa história é a dona de casa Amanda Cristina Alves da Silva, de 28 anos.
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Amanda foi levada ao hospital após uma crise intensa de convulsão, causada por uma epilepsia crônica, problema com o qual ela convive desde os sete anos de idade. 

Por estar com quase 37 semanas de gestação, ao dar entrada na maternidade, os médicos responsáveis optaram por mantê-la sedada e fazer uma cesárea de emergência. Dessa maneira eles poderiam garantir que mãe e filho ficassem bem. “A última lembrança que eu tenho é de que eu estava muito nervosa e minha pressão deve ter caído. Acho que desmaiei e não lembro de mais nada”, contou ela ao Diário do Nordeste.

O bebê, Victor Hugo, assim que nasceu foi enviado à UTI-Neonatal, e Amanda foi levada para o pós-operatório na UTI obstétrica. 

O menino permaneceu em observação por seis dias, mas a mãe precisou de cuidados intensivos. A enfermeira Fabíola Nunes de Sá, uma das responsáveis por Amanda, disse em entrevista à revista Crescer que após uma semana de internação eles começaram a retirar o remédio que a mantinha dormindo.  

No entanto, ao contrário do que esperavam, ela não respondeu aos estímulos. “Só conseguimos desligar a sedação nove dias após sua entrada no hospital. Apesar de todos os exames atestarem que ela tinha boa resposta neurológica, ela não se movimentava, só mexia os olhos”, contou.

A maternidade é conhecida por seu trabalho humanizado, mas ninguém ali imaginava que viveria algo tão surpreendente quanto o que viria a seguir. A equipe médica continuou tentando fazer com que Amanda reagisse, mas com pouquíssimo sucesso. 
Eles então cogitaram encaminhar a mãe a uma outra unidade, por não ter previsão de quando ela acordaria. Foi então que Fabíola teve a ideia de trazer Victor Hugo para perto da mãe.

A ideia, que de início pareceu estranha, foi a resposta que a equipe tanto esperava. Depois de analisar os riscos com o infectologista, Victor Hugo foi levado até a mãe. 

Como ela não conseguia mexer, o bebê foi colocado em cima de seu tórax e as enfermeiras colocaram os braços dela em cima dele. No mesmo momento o batimento cardíaco de Amanda acelerou, ela chorou e gotas de leite começaram a sair dos seus seios. “Isso após 23 dias do parto! Jamais esperávamos uma resposta tão rápida assim”, contou Fabíola à Crescer.

Nos dias seguintes, a evolução no quadro clínico de Amanda mudou significativamente. Ela conseguiu se sentar, mexer braços e pernas e vinte dias depois foi para casa com o filho, sem ter qualquer sequela.
Fonte: Diario do NordesteSempre família 

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O primeiro animal que você identificar revelará muito sobre sua personalidade

Qual animal você viu primeiro na imagem? 
Sua mente engana você para ver as coisas com base em sua personalidade e o que você vê revela muito sobre quem você é.
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Veja a imagem completa e identifique o primeiro animal que você distingue entre os traços.
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Coala
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Se o coala foi o primeiro animal que você viu, é provável que você tenha uma personalidade tão fofa e adorável como o coala. Você é alguém doce, gentil e divertido, e alguém que gosta de se dar bem com as pessoas, não importa quem elas sejam.
Isso também significa que você gosta das pequenas alegrias da vida e do tempo para aproveitar os pequenos prazeres que tornam sua vida tão bonita. É o seu desejo de encontrar a felicidade que faz de você uma pessoa tão incrível e sua bela natureza que o torna irresistível.
Girafa
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Se a girafa foi o primeiro animal que você descobriu, é mais provável que você seja alguém que acredita na vida simples e no pensamento superior. Você é o tipo de pessoa que sonha em alcançar as estrelas, mas mantém seu pé firmemente plantado no chão.

Sua humildade e modéstia são os traços que definem seu caráter e fazem de você quem você é. Além disso, você é o tipo de pessoa cujos pensamentos vão além do comum e têm ideias mais altas que as demais. Um verdadeiro pensador.
Elefante
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Se o elefante foi o primeiro animal que você viu, então você tem uma personalidade que transborda a realidade. Você é alguém que é motivado pelo seu desejo de ter sucesso e, no entanto, faz isso de uma maneira que faz você parecer gentil e caloroso.
Sua personalidade é uma mistura de grandeza e humildade que é uma combinação incrível de ter e você é o tipo de pessoa que não gosta de exibir suas forças. Você sabe que é poderoso, mas nunca impõe sua força aos outros.

Porco
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Se o porco foi o primeiro animal que você viu, então você é inteligente e muito adaptável. Você tem uma personalidade afiada em termos de pensamentos e você pode mudar seu charme dependendo de suas necessidades.

Portanto, você é o tipo de pessoa que sabe o que ele quer em sua vida e também como obtê-lo. Alguns podem supor que você é esperto, mas o fato é que seu intelecto ultrapassa a maioria e suas habilidades derrotam os outros em seu próprio jogo.
 O pato

O primeiro animal que você identificar revelará muito sobre sua personalidade

Se o pato foi o primeiro animal que você viu, então você é o tipo de pessoa que parece ser calma e composta na superfície, mas mantém seus pensamentos inquietos por dentro.

Portanto, você é alguém que é reservado pela natureza e raramente revela seus verdadeiros pensamentos internos para as pessoas. Nem todo mundo sabe quem você é e o que você pensa, mas aqueles que conhecem o mundo maravilhoso que seus pensamentos criaram para você.
 gato
O primeiro animal que você identificar revelará muito sobre sua personalidade

Se o gato foi o primeiro animal que você viu, então você é o tipo de pessoa que é um guerreiro e um sobrevivente. Como um gato, você pode fazer quase qualquer coisa para ter certeza de sobreviver. Você tem um instinto assassino que realmente o guia como um lutador.

 Além disso, você é alguém que prefere ficar sozinho. Você é alguém talentoso e feito para ser diferente.

Coruja
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Se a coruja foi o primeiro animal que você viu, então você é o tipo de pessoa que é sábia, calma e poderosa. Você não age apressadamente e toma seu tempo para escolher suas batalhas, mas quando o faz, você é tão rápido e implacável quanto uma coruja.
No entanto, sua alma sábia é o que guia você e faz de você quem você é. Sua capacidade de ver através das pessoas e seus atos falsos lhe dá uma vantagem sobre elas e sua inteligência ainda é seu maior trunfo.

Urso
O primeiro animal que você identificar revelará muito sobre sua personalidade

Se o urso foi o primeiro animal que você viu, então você é o tipo de pessoa que é poderosa e protetora ao mesmo tempo. Você é gentil e caloroso com aqueles que ama, mas pode destruir qualquer um que se atreva a ameaçar você ou sua família.

Você é o tipo de pessoa que está muito consciente de sua força e ainda assim não força os outros. Você prefere ficar sozinho e gosta de cuidar do seu próprio negócio até que alguém o provoque desnecessariamente, que é quando você libera sua besta interior.

Nota: esse conteúdo, publicado originalmente em gutenberg, não possui nenhum valor científico e é divulgado com objetivo único de entretenimento.

Gravida de quíntuplos recusa aborto seletivo: “Eu já amava todos eles”

Kim Tucci e seu marido Vaughn já tinham três filhos, um menino e duas meninas, quando decidiram que queriam um novo membro na família – quem sabe um menino, para empatar com as meninas.
Ela descobriu, porém, que o menino viria, mas muito bem acompanhado por quatro meninas! No entanto, temendo pela saúde dos bebês e de Kim – que tinha sido diagnosticada com endometriose –, os médicos sugeriram que ela fizesse um aborto seletivo.
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“Depois do primeiro ultrassom, me aconselharam a considerar o método seletivo para dar a dois dos bebês chances melhores de viver. Assisti a um vídeo no YouTube sobre o procedimento e comecei a chorar. Jamais poderia fazer isso! Eu estaria sendo egoísta por não dar a dois deles 100% de chance de sobrevivência? Tudo o que eu sabia é que eu já amava todos eles e que a cada batida dos seus corações me conectava ainda mais com eles”, relata Kim em sua página no Facebook Surprised by Five.
Com a recusa a dar fim à vida de qualquer um dos bebês, a gestação quíntupla de Kim seguiu em frente. Os cinco irmãos nasceram em uma cesárea em janeiro de 2016 – um procedimento hercúleo que contou com uma equipe médica de 50 médicos e enfermeiros. “Meu corpo lutou a mais dura das batalhas para trazer cinco bebês a este mundo com segurança”, disse a mãe, eu tinha 26 anos na época. Keith, Penelope, Beatriz, Tiffany e Allison passaram pouco mais de dois meses na UTI neonatal antes de ir para casa.
Surpresa

No seu primeiro ultrassom, Kim recebeu a notícia de uma maneira completamente inesperada. “O médico começou a contar: um, dois, três, quatro… cinco! Eu ouvi direito? Cinco? Minhas pernas começaram a tremer incontrolavelmente e tudo que eu conseguia fazer era rir”, conta ela. “Eu podia ver o entusiasmo no rosto do meu marido, que me disse: ‘A gente consegue!’”
Kim traça a sua estima pelo valor da vida até a época em que teve o seu primeiro filho, Kurt, aos 18 anos de idade. Ele nasceu prematuro – oito semanas antes do esperado – em uma cesárea de emergência. Embora tenha nascido com deficiência auditiva, Kurt superou bem o tempo na UTI neonatal, mas o mesmo não pode ser dito de todos os seus colegas de hospital.

“Havia várias mães adolescentes na UTI neonatal. Eu visitava Kurt várias vezes por dia e apenas sentava ao seu lado e segurava a sua mão. Uma vez, testemunhei o momento em que uma jovem mãe recebia a notícia devastadora de que os médicos não poderiam fazer mais nada por sua filha – ela tinha nascido cedo demais”, conta Kim.
“Deixei o hospital sem ver Kurt e sentei nos degraus, chorando. Passei a valorizar sempre mais a vida desde esse momento de puro sofrimento”.

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