Cantinho Infantil da Mamãe
terça-feira, 21 de agosto de 2018

Amamentação causa cáries? Será? Confira!

Aline Amaral já estranhou quando os dois primeiros dentes de cima irromperam da gengiva do filho, Henrique, pouco antes dos 8 meses, já com as pontas amareladas. Logo, ficaram completamente escuros. Para não perder a viagem ao dentista, encaminhou uma foto a duas amigas que haviam se formado em odontologia e recebeu o mesmo diagnóstico: cárie de mamadeira.

Amamentação causa cáries?

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Mas como um bebê que ainda mal comia, mamava apenas no peito e tinha os poucos dentes higienizados desde o primeiro dia já poderia ter os dentes cariados? Em busca de uma terceira opinião, procurou uma odontopediatra que lhe deu a mesma resposta. “Ela recomendou que o bebê fosse desmamado a noite para que dormisse com a boca limpa e assim as bactérias não se proliferassem. Porém, isso ia contra todos os artigos pró-amamentação que eu tinha lido”, conta.
Insatisfeita, procurou o posto de saúde de sua região e, após uma atenta examinação, foi constatado que o problema não era cárie, mas hipoplasia de esmalte, uma má formação que se dá ainda na gestação quando o dente se forma sem quantidade de esmalte suficiente para cobrir a dentina [camada interna dos dentes], deixando o dente desprotegido. Segundo os especialistas disseram a Aline, a crosta preta era, na realidade, uma defesa do corpo para proteger a dentina de corpos estranhos. Dessa vez, a orientação foi manter a amamentação tanto quanto possível, pelo leite materno ser rico em anticorpos e até proteger a saúde bucal do bebê.
Na odontologia tradicional, é quase consenso que o leite materno causa cárie e muitos dentistas chegam a desencorajar a amamentação noturna ou mesmo em livre demanda. Contudo, não há nenhuma comprovação disso, muito pelo contrário! Sandra Kalil, odontopediatra do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), aponta que esse é, na verdade, um grande mito. “Muitas vezes essa cárie acontece durante a introdução alimentar, quando temos o suco de frutas, a papinha adocicada, acompanhada do aleitamento. Não é o leite o grande culpado, são esses confundidores”, explica.

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Bebê tomando suco de frutas

Debora Garcia, mãe de Ana, 1, também foi vítima dessa desinformação. Ao levar a filha em abril deste ano ao dentista, foi confrontada sobre a amamentação em livre demanda, mesmo que não houvesse nada de errado com a saúde bucal da pequena. “Quando respondi que não escovava os dentes após cada mamada, ela me disse que era questão de tempo até ela ter uma cárie”, relembra. “Ainda falou, ‘Se você decidir continuar amamentando assim, não posso me meter, então pelo menos limpe a boca dela toda com uma gaze depois de cada mamada e faça o possível pra tirar pelo menos as mamadas durante a madrugada”.
O recomendado é que, desde o primeiro dente, a higienização tenha início - pelo menos duas vezes ao dia. Para isso, basta uma escova de cabeça pequena, cerdas macias e preferencialmente do mesmo tamanho. Desde 2015, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda também o uso de creme dental com flúor a partir do primeiro dente, em quantidade equivalente a um grão de arroz. Segundo Sandra, se essa higienização for feita adequadamente, não é necessário escovar os dentes após as mamadas noturnas.

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Bebê mamando mamadeira

Quando o bebê é alimentado com mamadeira, a história é outra. Segundo a dentista Beatriz Queiroz, de São Paulo (SP), o contato do leite com os dentes é diferente e pode representar um risco maior. “No seio, o leite materno vai direto para o palato menor [a parte de trás do céu da boca], tendo um contato mínimo com os dentes. Já na mamadeira, este leite se espalha pela boca e, mesmo a lactose tendo um potencial cariogênico mínimo, pode ser melhor prevenir”, afirma. No caso do uso de fórmulas, o cuidado precisa ser redobrado, já que algumas delas são adoçadas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a amamentação ocorra de forma exclusiva até os 6 meses de idade e complementada até pelo menos 2 anos ou mais. “É importante reforçar o incentivo ao aleitamento materno, já prejudicado por inúmeros fatores, e esclarecer que ele não é o vilão quando falamos em cáries. O que causa cárie é o açúcar, que, infelizmente, o brasileiro ainda consome muito, e a falta de higienização”, destaca Sandra.

Fonte: Crescer

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segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Conheça seus direitos na gravidez e no pós-parto. Confira!!

A primeira semana após o nascimento do bebê costuma ser bastante turbulenta. Imagine que, entre fraldas e mamadas, algumas mães ainda tinham de ir a uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (lNSS) para solicitar o salário-maternidade. Não mais. 
Desde fevereiro deste ano as contribuintes individuais, desempregadas, seguradas especiais (como trabalhadoras rurais) e empregadas domésticas que têm direito ao benefício passaram a recebê-lo automaticamente após o registro da criança – o que já era garantido às trabalhadoras em regime de CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). A medida é válida para todo o Brasil, porém, ainda não foi implementada em todos os cartórios, de acordo com a Associação dos Notários e Registradores do Estado de São Paulo (Anoreg-SP). Por isso, vale ficar de olho e se informar para saber se os Cartórios de Registro Civil de sua cidade já estão integrados a esse sistema de dados.
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Outro benefício, também aprovado no início do ano, diz respeito à carência exigida pelo INSS para conceder o auxílio-doença às gestantes com gravidez de alto risco. “Até então, era necessária uma contribuição mínima de 12 meses para ter direito ao benefício, solicitado quando a gestante é afastada do trabalho por um período maior que 15 dias, o que deixou de ser exigido”, explica o advogado especialista em direito trabalhista João Paulo Leme Saud do Nascimento, do Feldmann Advogados Associados (RS). A medida vale tanto para trabalhadoras em regime CLT quanto para quem é Microempreendedor Individual (MEI) ou Pessoa Jurídica (PJ). Para receber o benefício, é preciso apresentar atestado médico.
Apesar de a licença-maternidade e a estabilidade de emprego serem os direitos mais conhecidos – que valem tanto para mães biológicas quanto para adotantes ou com guarda judicial para fins de adoção –, outros benefícios são assegurados a gestantes e mães. Para que você fique por dentro do que pode ser exigido ou não, seja do empregador, seja do governo, levantamos aqui os principais tópicos. “Infelizmente, mesmo com a lei a favor das trabalhadoras, muitos desses direitos ainda são desrespeitados”, afirma a advogada Adriane Bramante, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP). Um motivo a mais para pais e mães ficarem atentos. Em tempo: se a gestante perceber que está sendo prejudicada ou sofrendo abuso por parte do empregador, é possível fazer uma denúncia ao Ministério do Trabalho de sua cidade, por meio do site e dos canais oficiais. 
A seguir, conheça seus direitos.

Licença-maternidade

Via de regra, a licença-maternidade é de 120 dias, período em que o emprego e o salário são preservados. O salário-maternidade, por sua vez, é depositado durante o período proporcional à licença, podendo ter início 28 dias antes do parto – a única coisa que a gestante tem de fazer é comunicar à empresa a data em que gostaria de começar a usufrui-lo. Quem trabalha em estabelecimentos incluídos no Programa Empresa Cidadã, do governo federal, tem direito à licença-maternidade e ao salário-maternidade estendidos por 60 dias, com duração total de 180 dias. Atualmente, está em votação uma proposta de emenda constitucional (PEC) que visa aumentar esse intervalo para todas as trabalhadoras.
Aquelas que não se encaixam no regime CLT (MEI, PJ e desempregadas) também têm direito ao salário-maternidade, desde que tenham contribuído com o INSS por um período de dez meses. Vale a mesma regra: é a gestante quem escolhe a data para passar a receber o benefício. Basta apresentar um atestado médico, caso seja antes do parto, ou a certidão de nascimento em um posto do INSS – a não ser, claro, que o Cartório de Registro Civil em que o bebê foi registrado já tenha aderido à nova regra citada no início desta reportagem. No entanto, por motivos óbvios, quem está recebendo o salário-maternidade não pode exercer nenhuma atividade remunerada. Licença-maternidade em casos de partos prematuros comece a ser contada após a alta hospitalar do bebê e não logo ao nascer, como acontece hoje. O texto segue para a Câmara dos Deputados.
Estabilidade

A gestante em regime de CLT tem direito à estabilidade durante a gravidez e por cinco meses após o parto, tanto do emprego quanto do salário. A novidade nesse tópico é que, em novembro do ano passado, a estabilidade foi estendida às mulheres que adotam (inclusive crianças e adolescentes até 18 anos), em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
“No caso de demissão, a gestante tem o direito de ser readmitida. Se não for possível retornar, ela deverá receber a indenização até o fim do período de estabilidade”.
Cabe dizer que o patrão não pode obrigar a empregada a se submeter a exame médico para diagnosticar gravidez. No entanto, conforme orientação da especialista, ao saber da gestação a mulher deve informar a novidade ao empregador, de preferência por escrito.
A demissão, no entanto, pode acontecer no caso de justa causa ou por iniciativa da trabalhadora (na gravidez e na licença).

Saída para consultas e amamentação

Se você tem receio das saídas por causa do pré-natal, saiba que toda grávida pode, sim, ausentar-se durante o horário de trabalho para ir a consultas médicas (pelo menos seis) e para realizar exames complementares no período gestacional. Também ao longo do expediente, quem amamenta e até mesmo a adotante, ao retornar da licença-maternidade, tem direito a dois descansos diários de meia hora cada um. “Esse período pode ser estendido mediante justificativa médica. A jurisprudência vem se firmando no sentido de possibilitar a junção dos dois intervalos [de 30 minutos cada] para redução da jornada de trabalho em 1 hora ao dia”. Ou seja, a mãe pode tentar um acordo com a empresa para sair mais cedo em prol da amamentação. Mas o auxílio só é válido até que o bebê complete 6 meses. Mulheres que tiveram a licença estendida para 180 dias ou mais, portanto, não poderão usufruir do direito, já que retornarão à empresa após essa fase.

Outro ponto importante da volta ao trabalho é o incentivo à mulher para continuar o aleitamento. Como? É garantido por lei o acesso a uma sala de amamentação no local de trabalho. Para a instalação e montagem do espaço, recomendam–se alguns parâmetros que levam em consideração o Regulamento Técnico para o Funcionamento de Bancos de Leite Humano: lavatório, freezer com termômetro para monitoramento da temperatura do leite extraído e ambiente tranquilo e confortável, que confira privacidade à mãe.

Insalubridade

Agora, o afastamento de tarefas de insalubridade só acontece automaticamente quando o trabalho é tido como de grau máximo. “Uma função é considerada de alta insalubridade se oferece riscos biológicos, como contato com agentes radioativos, químicos e inalatórios (solventes e afins)
Mas ainda que o trabalho seja de médio (lugares úmidos e frios) ou baixo risco (ruidosos), a gestante pode ser realocada a funções mais seguras mediante atestado médico (que pode ser do próprio obstetra). A veracidade do documento não pode ser anulada pela empresa. Sendo assim, na opinião da advogada, a mudança na lei é positiva. “Especialmente porque possibilita que o médico de confiança da mulher permita a continuidade de seu trabalho [se for o caso]”, diz.

Auxílio-doença

Ao ser afastada do trabalho por motivos de doença (seja ou não relacionada à gravidez) por até 15 dias, quem trabalha em regime CLT terá seu salário desse período pago pelo empregador, como prevê a lei para todos. Se o afastamento durar mais que isso, a empresa deve requerer o auxílio-doença ao INSS. Ele é válido até o fim da gestação, se necessário. Após o nascimento do bebê, o benefício é, então, substituído pelo salário-maternidade. E caso a mãe ainda esteja incapacitada de retornar ao trabalho após a licença, tem direito a solicitar o restabelecimento do auxílio-doença.

Aborto


A lei também ampara a mulher que perde o bebê: em caso de aborto não criminoso até a 22ª semana, comprovado por atestado, a mulher tem direito a ficar afastada por 14 dias. Nesse período, ela receberá o salário integral (o valor recebido nessas duas semanas é considerado salário-maternidade). No caso de natimorto (isto é, feto com mais de 500 gramas ou a partir da 23ª gestação), prematuro ou mesmo quando a criança morre após o parto, o tempo da licença-maternidade é de 120 a 180 dias e o valor do salário–maternidade é integral. O direito é válido tanto para empregadas CLT quanto MEI e PJ.

E o pai, como fica?

Confirmada a gravidez, a gestante que é mãe solo ou separada do futuro pai da criança tem direito a ter parte das despesas decorrentes da gestação custeadas por ele, levando em consideração os recursos de ambos (é a chamada lei dos alimentos gravídicos). Se ele se recusar a arcar com os gastos, será necessário entrar com uma ação judicial. Mesmo que a criança já tenha nascido quando sair a decisão, a mãe receberá parte do que gastou na época. Por isso, a dica é guardar as notas fiscais (enxoval, consultas médicas etc.).

Os pais também têm direito à licença-paternidade, que no Brasil corresponde ao período de 5 ou 20 dias (para empregados de empresas do Programa Empresa Cidadã). Algumas companhias liberam seus funcionários para acompanhar as parceiras em consultas e exames durante a gestação e após o nascimento do bebê, mas isso não está previsto em lei. E a mesma PEC que pretende aumentar o tempo de licença das mães sugere também que o auxílio passe de 5 para 20 dias no caso dos pais contribuintes. Já quando a mãe morre no parto ou logo após o nascimento, o pai é quem recebe os benefícios da licença (estabilidade, período de quatro meses e salário).

Reservado a elas
Além dos benefícios trabalhistas, as grávidas e as mães têm direitos que valem para a convivência em sociedade:
– Conhecer antecipadamente o hospital onde será realizado seu parto;
– Ter prioridade a atendimento médico e nas filas em instituições públicas e privadas, como bancos, supermercados e lojas. O direito se estende às lactantes e pessoas com crianças de colo;
– Ter assento prioritário em transportes públicos – o que vale não só para gestantes como para qualquer pessoa com criança de colo;
– Estudantes, a partir do oitavo mês de gestação e durante três meses após o nascimento do bebê, podem realizar as tarefas escolares em casa;
– Amamentar o bebê também em público. 
Em caso de proibição ou constrangimento, os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina aplicam uma multa de R$ 500 ao infrator.

Fonte: Crescer

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Gravidez semana a semana - 4ª semana de gravidez - O que esperar?

Bem-vindo ao início do estágio embrionário. Seu bebê ainda é muito pequenininho para ser visto ou chamado de feto ainda, ele não tem mais que 1mm - aproximadamente do tamanho de uma semente de papoula. Agora é tempo de implantação - o blastocisto começará a penetrar no seu revestimento uterino, antes de se partir para formar a placenta e o embrião.

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O que meu bebê está fazendo com quatro semanas de gravidez?
Seu bebê prestes a nascer encontrou seu novo lar, onde ele crescerá pelos próximos oito meses. Completou a jornada da trompa de Falópio até o útero e inseriu-se no revestimento do útero. Algumas mulheres juram que podem sentir isso acontecendo e relatam uma sensação de cãibra, enquanto outras dizem que têm manchas leves.
Assim que a preciosa bola de células se instalar em sua nova casa, ela começará a se dividir em duas. Uma metade é agora chamada de embrião e se tornará seu bebê, a outra metade se tornará a placenta, que funcionará como a linha de vida do seu bebê em crescimento pelos próximos oito meses.
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Esta semana, o saco amniótico se formará em torno dele e haverá três camadas distintas de células que crescerão em diferentes partes do corpo do seu bebê. 
Seu embrião pode ser pequeno, mas está ocupado! 
Esta semana, o saco amniótico se formará em torno dele e haverá três camadas distintas de células que crescerão em diferentes partes do corpo do seu bebê. O endoderma é a camada interna - pense no sistema digestivo, no fígado e nos pulmões. O mesoderma é a camada do meio e se tornará o coração, os órgãos sexuais, os ossos, os rins e os músculos do bebê. E o ectoderma é a camada externa - isso formará a pele, o cabelo e os olhos do bebê.

O que meu corpo está fazendo com quatro semanas de gravidez?

Se você fez um teste de gravidez no sangue por volta desta semana, seria positivo (para um teste de gravidez na urina, pode demorar alguns dias, muito em breve). Dito isto, seu corpo sabe que está grávida e está se preparando, grande momento! Algumas mulheres estarão completamente alheias ao seu bebê em crescimento neste estágio, outras experimentarão alguns sintomas precoces da gravidez, como alterações de humor, inchaço e cólicas.
À medida que o blastocisto começa a se ligar ao seu útero, cerca de 30% das mulheres podem experimentar algum sangramento de implantação . A parteira Lesley Gilchrist explica, “é extremamente fácil confundir o sangramento de implantação por um período precoce, já que o homem dos sintomas pré-menstruais, como câimbras, inchaço e alterações de humor estão presentes também na gravidez. A diferença com um período e um sangramento de implantação é a duração do sangramento, a cor da perda sanguinolenta e o peso do fluxo sanguíneo. A hemorragia do implante não é um sinal de que há algo errado com a gravidez e não há links para o sangramento e o aborto espontâneo.
Dentro de seis a doze dias após a fertilização, seu corpo começa a liberar hCG - gonadotrofina coriônica humana. Este é o hormônio da gravidez que faz com que essa linha extra apareça no seu teste de gravidez. Enquanto estamos falando de testes de gravidez, é importante notar que pode levar mais de uma semana para o seu corpo começar a produzir hormônios de gravidez suficientes para serem detectados. Se você perdeu um período e teve um teste negativo, vale a pena fazer outro em uma semana.

Quais são os sintomas comuns a serem observados em quatro semanas?

Sangramento do implante : Como mencionamos acima, se você perceber que está tendo um período realmente leve uma semana antes do vencimento, ou se estiver manchando um pouco, isso pode ser um sangramento de implantação. Apenas uma pequena porcentagem de mulheres experimenta um sangramento de implantação, por isso não se preocupe de qualquer maneira.
Sintomas semelhantes aos do período : seus hormônios estão enlouquecendo, o que pode causar desde inchaço e cólicas até alterações de humor.

Fonte: Mother e Baby

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